"Na hora, pensei que o carro da Polícia Rodoviária Federal fosse bandido. Pensei que era bandido com o carro da polícia atirando em mim, porque um policial não iria fazer isso", diz pai de Juliana Rangel, em estado gravíssimo após ser alvejada na nuca por PRFs em Duque de Caxias (RJ)

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