É verdade que anda tudo muito excitado e a salivar a cada título de jornal. Mas, do ponto de vista da defesa da saúde do doente, a atitude do hospital parece ter sido a mais correta
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Não haverá um meio-termo? Um assistente do hospital que ajude a pessoa na triagem telefónica? É que duvido que alguém com um AVC ou um enfarte consiga falar normalmente.
Se a pessoa não podia, como chegou a informação ao hospital? Talvez a pessoa que alertou o hospital pudesse ter ligado para o 112. Os hospitais não têm pessoas à porta à espera que aconteçam acidentes das redondezas
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