Achei o JN aquém do que podia, não vou negar. Mexeu com as memórias afetivas de quem tinha noção sobre o tamanho do Cid, mas a notícia por si só fez isso hoje ao longo do dia todo. Porém não o "apresentou" como podia para turma pós-1996.
Comments
Log in with your Bluesky account to leave a comment
E hoje era um dia do JN por si só puxar para si a responsabilidade de fazer algo totalmente além. O Cid era o sinônimo da atração. Teve Fantástico e Jabulani depois, mas esse "detox" nem de longe se compara ao do Chapelin com o GR ou ao da Fátima com o entretenimento.
Eu senti falta de usarem mais material de arquivo. Ele não foi marcante só pela voz emblemática, mas pelas notícias que as pessoas ouviram na voz dele. Avanços científicos, acontecimentos políticos, mortes históricas, conquistas esportivas... Faltou uma linha do tempo, eu acho.
Fora que o efeito do telão no final ficou estranho. Nem todo encerramento precisa ser com ele. Na tragédia da VoePass mesmo, os nomes das vítimas entraram em um VT separado. Podiam ter compilado os "boa noite" em todos os cenários para esse final...
E bem lembrado que ele estreou 1 ano antes do tri e saiu 2 anos depois do tetra! Passou batido enquanto resumiram a relação esportiva na vinhetinha da Jabulani...
E os exemplos pontuais que escolheram foram quase todos muito mal conduzidos. Com todo respeito ao Lennon, mas não foi uma das principais notícias fazendo uma retrospectiva dos 26 anos.
A própria escalada com a homenagem, se apresentada sem o contexto para um gringo, faz parecer que hoje no Brasil se falou muito mais sobre Israel x Líbano, o que evidentemente não confere.
Cumpriu o papel factual dessa quinta triste, mas não é um registro histórico que vá ser prioritário quando se quiser apresentar a grandeza do Cid. O tamanho do JN na era dele não guarda nenhum precedente mundial.
Também achei. O jornal ficou apertado com o tempo de arte por causa de Brida de Você e o Debate. Parece que a morte do Cid Moreira não foi algo de peso pro jornal. Faltou algo
E recentemente capricharam tanto com o Silvio quanto com a Glória, por exemplo. Aí não vou entrar no mérito de comparação de tamanho entre as figuras. A certeza é que o Cid estava além do que ganhou hoje. Tomara que o Fantástico consiga compensar, mesmo com a eleição.
Achei bem fraco, especialmente no final. Esperava alguma homenagem da Família Marinho ou uma fala mais emocionada do Bonner. Pareceu que morreu um jornalista qualquer, não um lendário apresentador daquele telejornal, o mais tradicional do país.
Boa lembrança! Mesmo que fosse protocolar, não rolou nota da empresa. E ele tinha contrato em vigor! Foi uma cobertura mais para um Celso Freitas ou Renato Machado (todo o respeito e vida longa para ambos!) do que para o Cid.
Achei que a série do Klava não deveria ter sido exibida hoje. Também senti falta do pós-1996. Os grandes momentos dele na apresentação da JN com as coberturas marcantes faltaram na edição.
Achei q faltou repórteres mais dinâmicos q esses q apresentaram reportagens sobre o Cid. Tudo mto engessado, normal, óbvio demais. Aquém do q ele foi pra história do JN.
Mais do que a qualidade dos VTs, a parte do estúdio decepcionou também. Os depoimentos mais pessoais do Bonner e da Renata entrando em reportagem sendo que eles podiam falar ao vivo ali no encerramento...
TB concordo, acho q não ousaram tanto, foram mto econômicos, sendo q a história do JN e Cid coincidem. Na morte de Silvio Santos, q era de emissora concorrente e do Gugu foram melhores, digamos assim.
O JN fez coberturas recentes melhores até com nomes de outras áreas, como a Rita Lee e o Zagallo... Esse tamanho de hoje foi um apequenamento do jornalismo como uma função para a sociedade até.
Comments
Mas prefiro acreditar que foi pelo horário apertado.
Lembro que quando morreu Otávio Frias Filho, presidente da Folha, o Bonner leu uma nota da família Marinho no JN.